O Lado Bom da Vida - Filme

faz minha cabeça
“Tá brincando, domingos, eu adoro domingos...” Assim começa essa história.
Depois de arrasar com seu casamento, ao presenciar a traição de sua mulher, Pet Solatano é condenado há um tratamento psiquiátrico em regime fechado. Permanece em Baltimore por oito meses, o tempo determinado pelo tribunal. Pet era um rapaz agitado e negativo, mas, esse tempo no hospital o fez criar expectativas positivas da vida, o que não perdeu foi a obsessão por sua ex esposa.
A mãe de Pet o tira do hospital e o leva para casa. Em casa ele começa a ler (os livros que Nicck, sua ex esposa, lia), passa a praticar esportes e tenta se tornar uma pessoa que “mereça” que a mulher o aceite de volta. Pet é possui Transtorno Bipolar Não Diagnosticado – TBND e uma das condições para não permanecer interno em Baltimore é que faça sessões de terapias acompanhada e mantenha uma ordem de restrição de se aproximar da ex esposa e de todos os locais que ela frequenta. Pet se acha apto para voltar à sua rotina e tudo o que mais deseja é voltar a vida com sua mulher.
Pet não gosta de tomar remédios, alegando ficar dopado, chato e sem sentidos quando os toma, e desde quando era ainda interno já não os tomava. Mesmo com a insistência de sua mãe e seu pai ele não os tomava.
O pai de Pet é um apostador, havia perdido o emprego e pretendia montar um restaurante com o dinheiro da aposta. Um senhor cheio de TOCs e superstições, explosivo e culpado por não ter feito parte da vida de Pet. A mãe é super protetora, trata Pet como uma criança.
Um dia, em um jantar com um casal de amigos, Pet conhece Tiffany. Uma mulher que também tinha certos transtornos e obsessões, que gostava de dançar e ficara viúva recentemente. Tiffany e Pet passam a se encontrar frequentemente, cada qual visando alcançar um objetivo pessoal e, sem perceberem mudanças ocorrem na vida dos dois, levando-os à um novo começo.
Particularmente, não costumo gostar de filmes baseados em livros, mas como tudo há uma exceção, O Lado Bom da Vida foi surpreendentemente uma ótima experiência. Poucos filmes me comoveram tanto e me prenderam com tanto entusiasmo do início ao fim. A história original é de Matthew Quick, escritor da Filadélfia, mas foi adaptado sob direção de David O. Russell. O filme, estrelado por Bradley Cooper e Jennifer Lawrence teve oito indicações ao Oscar 2013. Desde o começo a história é fascinante. Com detalhes incríveis e cenas realmente motivante e carismáticas com um enredo rico em história e conhecimento, Russell conseguiu captar até as “entrelinhas” da história, criando uma super produção, divertida e emocionante.

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