Gravidade - Filme


Nossa, como tenho sentido falta desse meu espaço, todos os dias. Sei que estou em falta com meus amigos e leitores, há vários dias sem nenhuma novidade. Desculpo-me, portanto, por isso e estou tentando me disciplinar para manter o ritmo de postagens que vinha seguindo. 

Bom, chega de desculpas e vamos falar de cinema!

Acredito que todos já viram um filme de ficção científica, aqueles ligados com a ciência, real e, principalmente, imaginária. Contando histórias do futuro e o impacto de fatos, no contexto da trama, sobre a humanidade. O filme Gravidade, que estreou em outubro, é um bom exemplo desse gênero. Estrelado por Sandra Bullock e George Clooney, o filme tem agradado o público e arrancado notas positivas dos críticos. 

Gravidade narra a história de "Matt Kowalski (George Clooney) um astronauta experiente que está em missão de conserto ao telescópio Hubble juntamente com a doutora Ryan Stone (Sandra Bullock). Ambos são surpreendidos por uma chuva de destroços decorrente da destruição de um satélite por um míssil russo, que faz com que sejam jogados no espaço sideral. Sem qualquer apoio da base terrestre da NASA, eles precisam encontrar um meio de sobreviver em meio a um ambiente completamente inóspito para a vida humana".

O filme foi produzido pela Warner com um orçamento de cem milhões de dólares, justificados, principalmente, pela quantidade de efeitos especias e simulação do espaço. No entanto, apenas na semana de estreia, somente no Brasil, o filme arrecadou cerca de 18 milhões de dólares em bilheterias.

Particularmente, para eu gostar de um filme de ficção científica, ele deve, no mínimo, ter alguma chance de comparação com a realidade. Acho que os produtores desse gênero pecam de mais por exagero. Alfonso Cuarón, que possui um belo acervo cinematográfico em seu nome, dirigiu com veemência o filme Gravidade, no entanto, alguns detalhes fugiram-lhe à percepção e, ao que parece, da maioria dos críticos também. Em uma série de comentários publicados no Twitter, Tyson - que também declarou ter gostado muito do filme - destacou vários erros. Por exemplo, ele observou que o telescópio Hubble (que orbita 560 km acima do nível do mar), a Estação Espacial Internacional (400 km acima do nível do mar) e a estação espacial chinesa jamais poderiam ser vistas juntas. Além disso, a maioria dos satélites orbita do oeste para o leste. No filme, porém, destroços de satélites são vistos flutuando do leste para o oeste. 

Enfim, para pessoas detalhistas, como eu, uma produção é algo além de uma simples representação de uma história, no caso, como a intenção era passar uma imagem de verossimilidade científica, detalhes fazem toda diferença. No mais, o contexto da narrativa é muito bem elaborado e o elenco bem escolhido para interpretar a trama. (Recomendo)

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