Top 10 Livros Mais Vendidos da Semana. Veja

Toda semana eu dou uma olhadinha no site da Veja para conferir os livros mais badalados do momento. Acessei o site hoje, as 09:57 e resolvi falar o que EU penso sobre os 10 mais desta semana, no quesito "Ficção". Lá vai:


10º Lugar: A Fúria dos Reis ( George R. R. Martin) - LIDO

É o segundo volume da série Crônicas de Gelo e Fogo. O autor segue a épica aventura nos Sete Reinos, onde muitos perigos e disputas ainda estão por vir. Além dos combates que se estendem por todos os lados, a ameaça agora também chega pelo céu. A fúria dos Reis começa exatamente onde acaba A Guerra dos Tronos (primeiro volume da serie). Realmente a serie As Crônicas de Gelo e Fogo é uma literatura fantástica para adultos, nesse livro as coisas começam a ficar mais serias com mais sangue, mortes e guerras, uma batalha sangrenta, sexos extremamente selvagem, Martin não poupa o leitor de cenas impactantes, situações e comentários constrangedores é uma loucura total! RECOMENDO!



09º Lugar: A Dança dos Dragões (George R. R. Martin) - LIDO


É o quinto volume da série Crônicas de Gelo e Fogo. Esse novo episódio da crônica se passa simultaneamente com o quarto até pouco mais da metade, quando ultrapassa o volume anterior e da seguimento à história. Por essa razão, alguns personagens só voltam a dar as caras lá pelo último terço do livro. Logo no início temos a satisfação de ganharmos as respostas que queríamos, assim como temos também a introdução de novos personagens cuja presença promete dificultar ainda mais a disputa pelo Trono de Ferro, mostrando que Martin continua com o poder de nos surpreender e complicar ainda mais a trama. Isso consegue nos conduzir por uma boa parte da extensa obra, porém, não é o suficiente para sustentar o livro todo. Por causa da enorme complexidade, não temos um desenvolvimento muito grande da história no geral, mesmo depois de mais de 800 páginas. E durante todo esse percurso, até mesmo capítulos de um dos melhores personagens da série, Tyrion, acabam ficando um pouco maçantes. Ao mesmo tempo, outros ganham força e importância no enredo, mas pouco espaço, como é o caso de Melisandre, a feiticeira vermelha que chegou até a ganhar (só) um capítulo sob seu ponto de vista. Isso tudo, felizmente, não torna esse quinto volume um livro ruim. Como já foi dito, Martin criou um nível de exigência muito alto com os três primeiros livros da série que os últimos dois não conseguiram acompanhar. A Dança dos Dragões supera sim o seu predecessor, só não vai muito mais longe. Continua sendo, entretanto, leitura obrigatória para os fãs da série e não desvaloriza em nada o valor dela até agora. RECOMENDO!



08º Lugar: Finale (Becca Fitzpatrick) - NÃO LIDO

Finale é o último livro da série "Hush Hush" (ou Sussurros). Particularmente não li nenhum livro da série, pois, a história em si não me interessou. Essa onda de anjos que invadiu a literatura deturpou muito o tema, saíram aos montes, vários livros escritos por pessoas totalmente despreparadas. Nefhilins é sim um assunto extremamente interessante, mas depois que Caio Fábio teve a infeliz ideia de publicar seu romancezinho, pronto, virou festa! Basicamente, o que li sobre a trama "Hush Hush" é uma história tipo Crepúsculo que sincretiza o humano com o bizarro e todo mundo é feliz para sempre. A personagem principal, Nora, segundo as críticas, é uma cópia mal feita da "Bela", sonsa e sem graça, que precisa entrar no meio da guerra dos anjos caídos para, com o amor, salvar a humanidade. Patético!
Só a título de informação, Nefhilins e Anjos Caídos NÃO são a mesma coisa. NÃO RECOMENDO!



07º Lugar: Toda Sua (Sylvia Day) - LIDO

Primeiro volume da Triologia Crossfire. Quando me deparei com mais uma historinha de sexo selvagem, já me irritei com o livro. Romances água com açúcar me incomoda. Sylvia não é escritora de primeira viagem - o que significa que o livro dela é melhor escrito do que a obra da britânica. O que não significa, porém, que a história está livre de cenas clichês. Mesmo que eu não tivesse confirmado em algumas matérias que Sylvia tinha se inspirado em 50 Tons para escrever seu romance, estaria óbvio logo nas primeiras páginas. Por que as personagens caem quando encontram homens lindos? Ninguém pode escrever uma cena onde uma mulher consegue ser digna o suficiente para ver um homem bonito e continuar com os dois pés no chão? Em resumo, para quem gostou de 50 Tons, é mais do mesmo. Para quem não gostou, pode ser que a história convença um pouco mais porque é melhor escrita que a outra obra e a personagem não é tão infantil quanto Anastácia. Agora, para mim, sinceramente, as duas obras são chatas, irritantes e não mereciam ser best sellers. NÃO RECOMENDO!


06º Lugar: Profundamente Sua (Sylvia Day) - NÃO LIDO

Segundo volume da Triologia Crossfire. Não preciso nem dizer... como não gostei da primeira cópia, quer dizer, do primeiro livro, nem me dei o trabalho de ler o segundo. Um fato que acho interessante é que ninguém escreve mais um livro só, agora é moda escrever em série. Que coisa chata! NÃO RECOMENDO!






05º Lugar: A Travessia (Willian P. Young) – LIDO

Para começar, nem sei porque li este livro, já que detestei A Cabana e companhia LTDA... esse Willian Young, na minha opinião, tem um distúrbio religioso. O livro “A Travessia” fez tanto sucesso quanto “A Cabana” pelo mesmo motivo: mexe com o ego das pessoas. É fato que o ser humano tem sede de um relacionamento íntimo e pessoal com Deus, mas o Deus de Young é irrealista de mais e faz com que o leitor crie expectativas incoerentes. Não tem nada a ver com fé. Não estou a criticar a fé de ninguém, mas esse Deus dos livros de Young não é, nem de longe, o Deus da Bíblia. Além da grande mistura de crenças e do sincretismo religioso que o autor demonstra em suas paginas, é clara a apelação para a pregação religiosa contida no mesmo. Como Cristã, vejo mais uma obra de manipulação e demência, pintando um Deus irreal com ideias irreais e formando pessoas espiritualmente frustradas, pois na realidade, a expressão verdadeira da fé está bem longe da perfeição. NÃO RECOMENDO

4º Lugar: Morte Súbita (J. K. Rowling) AINDA NÃO LIDO

"É outro romance sobre a moralidade e a mortalidade, como Harry Potter, mas contemporâneo". Assim define a britânica J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, sua estreia na literatura para adultos com Morte Súbita, que foi lançado no Brasil no dia 6, recebido com expectativa, sucesso e boas críticas. "As questões sociais que abordo são relevantes em qualquer lugar: os conflitos familiares e conjugais, as tensões entre pais e filhos, o conflito ideológico entre a ênfase na autonomia e o apoio proporcionado pelas administrações", afirmou. J.K. Rowling fez essas declarações a James Runcie, autor do documentário que a BBC produziu sobre a escritora e foram fornecidas à Agência Efe pela Editora Salamandra, que publica a autora na América Latina. Rowling, que geralmente não concede muitas entrevistas, descreveu Morte Súbita como uma "tragédia cômica" com "um humor bastante negro" que toca temas universais. A narrativa começa com a morte inesperada, por um aneurisma cerebral, de Barry Fairbrother aos 44 anos, após escrever um artigo para o jornal local. Após sua morte, o homem deixa vago o cargo de funcionário em uma pequena cidade imaginária chamada Pagford. A morte e a vaga se transformam em um ponto de inflexão entre os habitantes da cidade. Todos brigam pelo disputado cargo do falecido porque é um ponto-chave para resolver um litígio territorial. A partir daí, afloram as piores intrigas entre os habitantes da cidade, um baile de emoções sociais e privadas que também abala os pilares familiares, as relações entre casais, entre pais e filhos e entre professores e alunos. Drogas, marginalidade e overdose de realidade estão nas mais de 500 páginas, nas quais a radiografia dos adolescentes que têm que abrir passagem para o mundo adulto bastante pouco compreensível. Um olhar sobre as desigualdades, no qual também está retratada muito ironicamente a família média burguesa com médicos incluídos, mas com muitos trapos sujos no armário. "Os Fairbrother deste mundo davam como certo que sua formação universitária os fazia melhores pessoas", diz uma passagem do livro. Rowling, que ficou conhecida mundialmente por Harry Potter, o fenômeno do menino mago que vendeu mais de 450 milhões de livros em todo o mundo, aos 47 anos é uma das mulheres mais ricas do mundo, mas suas origens são humildes e quando saiu o primeiro volume da famosa saga, em 1997, era uma mãe solteira com muitos problemas financeiros, que vivia em Edimburgo. Também foi professora de escola pública, uma profissão que lhe deu grande experiência para escrever seu primeiro trabalho para adultos, um drama ao estilo do século XIX, mas em versão moderna, como diz a própria autora. "(A história) é ambientada em uma comunidade pequena, o que envolve escrever sobre personagens de diferentes idades, de adolescentes até sexagenários. Adoro os romances do século XIX passados em uma vila ou uma cidade. Este livro é uma tentativa de fazer uma versão moderna", ressalta a autora na entrevista. Quanto a sua preocupação com os jovens, a autora diz que as famílias em sociedades contemporâneas desenvolvidas têm menos tempo para as crianças e adolescentes que os nascidos nos anos 1950 e 1960, e também tem nas redes sociais como Facebook, Twitter e os SMS, outro dos desafios para os pais. Porque, em sua opinião, existe uma brecha geracional, muito maior que em gerações anteriores, quanto a esse tema. The Casual Vacancy, no original em inglês, teve desde que foi lançado na Inglaterra e nos Estados Unidos, em setembro, muito sucesso de vendas e boas críticas em geral e deve ser transformada na minissérie da BBC em 2014.


Comprei o livro e estou aguardando ele chegar, assim que o ler, darei minha própria opinião sobre o mesmo. RECOMENDO!


1º, 2º e 3º Lugares – Triologia 50 Tons (E.L. James) LIDO SOMENTE O PRIMEIRO

Como já disse em um tópico específico, 50 tons não faz nem um pouco minha cabeça. Já de início achei o livro com uma linguagem infantilizada e com um conteúdo meio “branca de neve”. O fato de uma trama em que tudo dá certo dá uma canseira danada, além do que, os personagens são uma mistura épica dos personagens de Crepúsculo. Ana Stelle, é uma “Bela” mais espertinha porque pelo menos não espera até o final da trama pra se entregar logo ao cara e resolver a situação. Mas ao mesmo tempo em que a autora tenta passar uma ideia puritana, ela joga a coitada no fogo fazendo-a ter experiências perfeitas “pela primeira vez”. O fato de se ter uma coadjuvante que teoricamente deveria se sair melhor, por ser mais bonita, ter mais condições e ser mais inteligente, também é cansativo. Enfim, a leitura é chata, a história é chata e nem de longe deveria ser considerado um best sellers, como disse anteriormente. Esse livro é feito para adolescentes sonhadoras com romancesinhos perfeitos e sexo liberal, não passam nenhuma mensagem da realidade da vida. Desaprovo totalmente.  NÃO RECOMENDO!

Postagens mais visitadas deste blog

Não me esqueça

Top 10 - Personagens Literários

Flores Caídas