Ausência

Sabe quando os olhos ardem
impedindo as lágrimas de rolar?
E, dentro do peito sufoca uma dor
mais profunda que a alma?
Quando os ruídos lá fora tornam-se mais densos que o silêncio
e todos os sons me remete a uma melodia...
Lembro-me de sua voz quando me dizias
destilando sonhos, inventando fantasias
havia tantos planos para contar...
Hoje o dia nasceu mais cinza,
como se de repente fosse teu olhar a razão do sol brilhar
faz uma manhã fria, uma estação sombria...
Será que realmente poderá me escutar?
Invento um sorriso enferrujado para esconder o medo
procuro estórias surreais para enganar a dor
e em silêncio a alma grita, declama poesia
por uma estrada sem flores e campos sem jardins...
Meus versos continuam sem dizer nada,é sempre a mesma monotonia
intentando em lhe dizer o quanto eu queria você aqui..

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