Solidão

Estou tremendo, mas não é de frio
O silêncio me condena e as vozes dentro de mim me afogam
Em um constante desespero da alma...
Tento gritar por socorro, mas ninguém me ouve,
Minha voz entala na garganta
Eu preciso de um amigo,
Mas é tudo ilusão...
Fecho os olhos e não vejo,
O céu não é mais azul,
Não há mais flores no caminho.
Tudo me leva há um só lugar
E eu continuo sozinha,
No meu quarto escuro...
Nada preenche o vazio que fica,
O medo que domina e pressiona
Sinto sede da vida que não me sacia
E segue vazia
Em direção ao horizonte doentio
Que se perde
Se ausenta
E se joga do abismo dos meus próprios olhos...

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