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Ainda dá tempo de salvar suas promessas de ano novo

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Não é incomum traçarmos inúmeras metas na virada de ano e criarmos várias expectativas sobre nossas resoluções de ano novo. Com a mudança do ano renovam-se nossas forças, nossas emoções e ideais e sentimos o desejo de realizar algo diferente em nossas vidas. 
Seja em âmbito pessoal, profissional ou acadêmico sempre iniciamos o ano um objetivo a cumprir, mas com o passar dos dias, a motivação e empolgação de recomeçar dá lugar a um hábito de postergar e/ou abandonar aquilo que planejamos. Quem nunca prometeu perder todos aqueles quilinhos que vem se acumulando ano após ano? Ou afirmou que iria aprender um novo idioma, ou concluir um novo curso, engajar em um projeto super inovador, ler 1 livro por mês ou colocar todas as séries do Netiflix em dia (essa é realmente uma meta muito ousada)? Todos nós temos planos que são frustrados pela falta de comprometimento e desmotivação que acabam anulando nossa capacidade de alcançar a linha de chegada de nossas metas e isso não ocorre porque som…

Sobre como administrar o tempo para ter tempo

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Já se ouve de longa data que o tempo é relativo. De fato, a ciência já provou a relatividade do tempo e a física aceita e sanciona a teoria da relatividade, mas há um ponto interessante e abstrato que não só trata o tempo como relativo, mas como volátil.

Dois conceitos são importantes nesse contexto: quando dizemos que o tempo é relativo estamos afirmando que, dependendo da nossa velocidade de movimento, o tempo passa mais rápido ou mais lentamente e; quando dizemos que o tempo é volátil afirmamos que o tempo passa, segundo a segundo, impreterivelmente e absoluto. O assunto ‘tempo’ no âmbito da física é uma das questões que considero mais interessante e intrigante, embora não respondida como um todo, mas é a forma como o tempo influencia diretamente em nossas vidas e nas decisões que tomamos dia após dia que faz deste um “senhor” irrefutável.

Quem nunca “perdeu a hora” quando precisava esperar um determinado tempo e, quando se deu conta, aquele tempo havia “voado”? Quem nunca “parou n…

Sobre amizades, rede sociais e necessidade de aceitação

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O tempo passa e vamos percebendo o que realmente é importante e o que é superficial. Lembro que, nos anos dourados do Orkut eu tinha mais de 2 mil conexões. Embora falasse com muitos deles, a grande maioria eram apenas conexões... hoje, com o Facebook, meus contatos não chegam a 200 pessoas e, ainda assim, eu não falo com todos eles. 
O pesquisador e cientista Robin Dunbar divulgou um estudo que diz que conseguimos manter uma relação social com apenas 150 pessoas e dessas, apenas 5 são amigos verdadeiros. Todos nós notamos que temos maior afinidade com uns e com outros em tempos diferentes né? Mesmo que temos uma lista de afetos que excede cinco pessoas, se analisarmos nosso comportamento, é bem natural que ora temos um ‘melhor’ amigo, ora temos outro. Facilmente podemos constatar a realidade do estudo feito por Dunbar, estreitando nossos relacionamentos em uma camada interpessoal muito fina e seletiva. 
Ainda assim, o nível de ‘sociabilidade’ das pessoas ainda é medido pelo número…

Armadilhas do Linkedin na busca de emprego

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Estamos vivendo uma era que beira o desespero. Segundo o IBGE, ao findar julho deste ano, havia 26.5 milhões de pessoas desempregadas no país. Embora, ainda segundo o órgão, esse número tenha caído em relação ao mesmo período de 2016, a pesquisa mostrou que a qualidade de vida dos empregados atuais também caiu. Isso me faz pensar e, até mesmo, entender algumas reações que tenho observado continuamente.
Como usuária ativa e adepta da plataforma Linkedin, percebi que no último ano a quantidade de postagens na rede aumentou muito, mas, infelizmente em contrapartida, a qualidade diminuiu exponencialmente. Hoje observo o quanto as pessoas são capazes de aproveitar da ‘desgraça’ alheia para conseguir seus 15 minutos de fama. Óbvio, não cabe generalizações aqui. Algumas pessoas realmente tem o intuito de ajudar o próximo, contar experiências e compartilhar conhecimento, mas alguns nomes que surgiram atualmente já mostraram suas “garrinhas” depois de um ou dois meses de postagens periódicas…

Palavras rasas sobre relações rasas.

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Se tem uma coisa que me deixa pra baixo, são os relacionamentos rasos. Eu sempre fui uma pessoa de extremos, ou é, ou não é. Ou está ou não não está. Meio termos, em meu conceito, não é mais que um dos disfarces da indecisão. Claro, pensar assim já me trouxe vários problemas e, vez por outra eu engulo tudo o que penso, ou acho, apenas para evitá-los, afinal eu posso estar errada e, convenhamos, ninguém gosta de estar errado. Cada dia mais tenho buscado a ouvir mais, a entender os pontos de vista e as situações alheias antes de decretar a minha vil sentença. Tenho aprendido, mas isso não é do dia para noite, ainda me pego lidando mentalmente com meu antigo eu, com pensamentos e, até mesmo, atitudes que repudio. E, embora em passos lentos, muitas vezes contra minha vontade, procuro refletir e pontuar meus erros e como isso afeta as pessoas à minha volta. Mas, voltando aos relacionamentos, rasos, eu me pergunto muito porque não consigo manter um estado morno com as pessoas. Não seria…

Sobre outras coisas

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Hoje não vou falar sobre política, vamos falar sobre outras coisas. Existe um universo inteiro de perspectivas, ideais e esperanças nos aguardando.
Há muito não escrevo. Já disse antes o quanto sinto falta desse espaço, de poder falar sobre muitas coisas e fazer amigos. Agora que finalizei a faculdade pretendo voltar, talvez um post a cada 15 dias.
Falando em faculdade, acredito que todo estudante um dia pensa que nunca vai acabar. Nunca pensei que quatro anos poderiam demorar tanto, olhando sobre este ponto de vista. Mas acabou e agora parece que foi ontem que estava começando. Desse período eu trouxe boas experiências, uma prova de resistência (e isso conta muito nos dias de hoje), menos certezas do que as que eu tinha quando comecei o curso, excelentes amigos e um diploma para enfeitar uma gaveta qualquer. Até porque, hoje em dia diplomas são meros enfeites. Foram bons anos, apesar das decepções. Foram bons aprendizados, apesar das falhas. Foram boas conquistas. Hoje digo que o qu…

[...] no mais, estou indo embora [...]

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Era sempre...
quando ia chegando a data já se ouvia de longe sobre as comemorações. Nunca conheci ninguém que gostasse mais de comemorar seu aniversário. Embora difícil, ele celebrava a vida... todos os anos à sua maneira...
Ao som de Zé Ramalho, tomando skol e virando um churrasco... era sempre...
A gente sentava e ficava falando de coisas triviais, de planos que nunca  seriam reais, de faz de contas...
E assim ia... todos os anos...

Hoje as canções não tem mais o mesmo sentido. Já nem consigo ouvi-las...

Viu como o dia amanheceu cinza? Ele sempre se intrigava como eu podia gostar mais de dias cinzas,
"deixa de ser boba, menina!" ele dizia... "como alguém pode gostar de dias nublados?"
Hoje o dia amanheceu cinza... e não há o som da sua voz...

Ah, pai... se você soubesse que falta faria...

Se você soubesse como os dias dias perderiam o sentido sem você aqui. Se imaginasse quão vazio ficaria sem sua alegria, suas brincadeiras, seu jeitinho estabanado... se soubesse...

Já d…

Tic...tac...

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Sabe quando no meio do dia você lembra de algo de muito tempo atrás...  é como se alguém apertasse o botão do pause e, embora a vida segue, o silêncio soa mais alto.  Sabe quando esta lembrança te paralisa de forma tão imediata que, tudo, absolutamente tudo perde o sentido repentinamente.... Sabe quando seus olhos se inundam, te falta o ar, some sua voz... assim no meio do dia, ou em uma noite vazia e tudo aquilo que você faz questão de deixar adormecido explode dentro de você.  A foto na estante é tão vazia que você não consegue olhar pra ela e todas as lembranças do que foi e do que poderia ter sido explodem em um caleidoscópio em sua mente...  Você não consegue mais olhar as fotos...  e as lágrimas caem pesadas dos seus olhos porque você não consegue as conter.  E você lembra e relembra  e cada nota da canção que insiste em tocar é o tom da voz que não sabe mais como ouvir... E você lembra...  perdendo todos os seus passos sem rumo em um horizonte que não reflete mais a direção do…

Sobre coisas que eu não queria dizer

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Não sei quantas vezes evitei e adiei falar sobre esse assunto, sei que foram várias. Entre os motivos, por, principalmente, saber que uma parte de mim seria exposta de uma maneira inevitável. Assim como já pensei, várias vezes, em discorrer sobre isso...
Enquanto as palavras surgiam em minha mente, um diálogo rolava quente atrás de mim. Havia me retirado da conversa, incomodada de mais para dizer qualquer coisa. Meu incomodo não vinha das palavras infelizes que a garota insistia em repetir, mas de uma auto análise crítica e inegável que martelava intensamente em minha mente. Eu já fui assim! Insistia meu pensamento de forma vergonhosa e precisa. Tive nojo. Tive nojo da menina, mas tive mais nojo de mim mesma. Como eu ousei?
Não sei dizer como começou a discussão, mas em algum momento a garota estava criticando de forma concisa o sistemas de cotas para os negros, o sistema do bolsa família, a abordagem ao racismo e à violência sexual, principalmente, feminina, a abordagem à homofobia,…

Sobre vizinhos inconvenientes, promessas de ano novo e eleições municipais

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Oito horas da manhã, primeiro sábado do ano, e uma música sertaneja entrando pela janela, aos berros. E eu odeio sertanejo... quem não tem um vizinho inconveniente que atire a primeira pedra. Assim segue meu final de semana, lutando com meus instintos e, algumas vezes, imaginando de várias formas como um acidente no quinto andar mudaria tudo... é, eu ainda não quis matar o cara, mas até consideraria crer em uns exu's da vida se aquela caixa de som explodisse misteriosamente.
Penso que sempre há alguém que nos incomoda, de uma forma ou de outra. Assim como, com certeza, incomodamos alguém, mas algumas pessoas simplesmente passam dos limites. Poxa! Eu nem gosto de sertanejo... O vizinho acorda cedo e liga o som em um condomínio com cerca de setenta famílias, quanta gente ele não incomoda? E, não sei se por personalidade ou por ser um cara chato mesmo, ele nem se toca que o volume não está só alto, está gritante, além de, a maioria das coisas que ele ouve, não deveria ser ouvidas po…

Onde deveria estar

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Quando resolvi pegar um pedaço de papel e uma caneta, percebi o quanto de mim mudou. Parece que foi ontem, as palavras surgiam automaticamente formando ideias desenhadas nas páginas em branco, hoje a maioria delas continuam vazias, esperando... implorando por um pouco de atenção. A vida nos rouba o tempo e isso é irônico.
E não é menos irônico perceber que uma das poucas coisas que podia sentir orgulho, que era a capacidade de criar mundos paralelos em qualquer situação, já não faz parte do meu cotidiano. É quase uma afronta, algumas poucas linhas são capazes de sugar toda a minha imaginação.
Eu não sei dizer, ao certo, quando foi que me tornei "silêncio". Hoje eu olho em minha volta e tudo que sou capaz de ver é uma selva de pedras, empoeirada e barulhenta, com suas pessoas correndo atônitas de um lado para o outro e ainda faço parte dessa massa navegando em uma correnteza que não leva à lugar algum.
Depois de algum tempo a gente percebe que falar de mais incomoda, na ve…

Sobre crianças que usam facebook

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Outro dia, eu li uma reportagem falando sobre uma criança de dez anos que fôra exposta à uma situação constrangedora. Por sorte, ela não fôra aliciada, mas teve sua inocência invadida por um “coleguinha” um pouco mais velho que a convidava a ir na sua casa, com propostas, evidentemente, mal intencionadas. Por sorte também a garota perguntou à mãe se poderia ir, e contou que o colega havia lhe chamado no facebook. A mãe dessa criança de classe média é uma trabalhadora, com outros três filhos menores, que tem de cuidar sozinha e precisa de entreter a criançada. Na casa possui internet e um computador de segunda mão, além do celular da jovenzinha, ganhado de natal por ser uma boa garota e ajudar nas tarefas de casa. A criança tem hábitos caseiros, chega em casa e já pega o celular para conversar com as amiguinhas no whatsapp e curtir coisas no “feice”. Ela não gosta de televisão, não fica na rua e isso já é algo bom. Ou nem tanto. A mãe, que informou que os filhos mais novos (de oito…

O Clone de Cristo - J R Lankford

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Um microbiologista viaja até o Vaticano e tem a chance, única chance, de coletar alguns fios do Sudário, com o DNA de Cristo. A história tinha tudo pra ser um belo relato de ficção científica, pense: o tão esperado retorno de Messias... mas, apesar do livro chamar “O clone de Cristo” ele conta a história de Mary, uma empregada enxerida e bisbilhoteira que se mete nos negócios de Félix, o microbiologista, e conquista o direito de ser a mãe de aluguel do clone.
Se não bastasse a mulher chamar “Maria” ela era virgem, aos 34 anos, insegura, problemática e intrometida (onde foi que já vi isso antes). O autor forçou a barra e foi infeliz. Assim como foi infeliz em criar Sam Duffy, o galã mafioso que tinha por disfarce a profissão de porteiro, tinha todas as garotas aos seus pés e ganhava muito dinheiro trabalhando paro o senhor (como é mesmo o nome dele?) do décimo segundo andar. Só que Sam é apaixonado por Mary, que até então a única qualidade era ser uma Cristã fútil que gastava todo o s…

Os assassinos do cartão postal- James Patterson

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Faz alguns meses que terminei a leitura desse livro, que, acima de tudo, me chamou a atenção por ter como cenário principal a cidade de Estocolmo, na Suécia. Existe lugar mais lindo? Apesar de famoso, eu nunca havia lido um romance de James Patterson. Li várias críticas e o conceito sobre o autor é bem diversificado. Romancista policial com histórias envolventes, basicamente, é como ele é visto no meio literário. E acrescento umas doses extras de “envolvente” por minha conta. Poucas histórias já desmantelam os culpados logo de cara. Essa é uma delas. Já no primeiro capítulo sabemos quem é quem e o que eles fazem e a trama se desenrola na  tentativa de um detive particular de pegá-los. A narrativa é excelente, capítulos curtos e precisos, com algo acontecendo o tempo todo. Nada de romances melosos, nada de fatos mágicos do além, somente um contexto envolvido em um enredo contínuo e detalhes que dão um sentido cômico ao texto. Como a motivação do Jacob Kanon que, após ter a filha assas…

Sobre a tecnologia, crise nacional e remédios para depressão

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São dias difíceis...
Eu me pergunto se sou eu que estou sensível de mais ou se estou vivendo em um mundo que, realmente, está de ponta cabeça. As coisas simplesmente perderam o sentido e os valores virando um misto de aquiescência e desprezo pelos princípios que outrora faziam parte de nossa condição de humanos. Já disse que a era da tecnologia tem nos consumido como um parasita, mas, cada dia, a verocidade dessa entrega me surpreende mais, como se estivéssemos em um transe daqueles dos filmes de ficção científica.  
Falando em filmes (e em ficção científica), o primeiro semestre deste ano foi surpreendente no quesito de cinema em que, entre outros títulos, destacaram: A Teoria de Tudo, O Jogo da Imitação, Velozes e Furiosos 7, Mad Max, Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível, Jurassic World e Os Vingadores: A Era de Ultron. Cada um com suas particularidades e surpresas que deixaram esse mundo paralelo mais insano do que nunca. O que não ficou nada interessante para os brasilei…

E Se Vão Cinco Anos...

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Eu coloquei uma daquelas canções que tem o som da sua voz e o hoje o dia amanheceu tão cinza, como se cada segundo tivesse a única função de me lembrar você. Fecho os olhos e me pergunto, aonde está você agora?  São cinco anos! Nem parece tanto tempo quando  penso em seu sorriso ou procuro seu olhar nas estrelas. Mas quando a saudade arde no peito parece que há uma eternidade que não tenho você aqui. Tem dias que me vejo esperando você voltar pra mim, como se todo esse tempo fosse apenas uma pausa na realidade e tudo não passasse de um sonho, um sonho ruim do qual desejo acordar todos os dias.  São cinco anos e eu ainda não me acostumei com sua ausência. Todos os dias eu olho no espelho seu nome gravado em minha pele, pedindo para que a saudade se cale dentro do peito e silencie a falta que você me faz. Eu me lembro de você quando escuto uma música nova e sei que ia gostar. Me lembro quando as antigas canções tem o som da sua voz. Eu fico imaginando o que você diria daquele novo film…

Haggard - uma combinação perfeita de música clássica com metal

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Desde a época de Richard Blackmore, lá pelos anos quarenta, que o rock e a música clássica vem caminhando juntos de uma forma que surpreende até os menos adeptos ao estilo. Bandas como Deep Purple, Scorpions e Metallica, conhecidas no Brasil, arriscaram, com honra, essa miscegenasção, apesar que, com algum tempo, os fãs começaram a ver esse jogo de tons e sinfonias com rótulos e o "neo classico" tornou-se algo repetitivo. 
Várias outras bandas arriscaram, em sua jornada, gravar um ou outro disco acompanhados de uma orchestra, mas poucas bandas faziam disso seu estilo, temendo a não aceitação imediata dos fãs.
É obvio que surgiram grupos que enlevaram o estilo, conhecido então como neo classico ou rock sinfônico, porém foi somente em 1991 que um grupo alemão lançou alguns singles nas rádios locais que chamaram de "Introduction", com uma sonoridade sinfônica contrastrando com um rock extremo e, mais tarde, em 1995, introduzindo elementos folk às suas músicas.
Haggar…

Sobre o tempo, política e pensamentos esquisitos...

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Eu sei que até meus leitores fieis já não me seguem mais, faz algum tempo que deixei esse hábito de escrever e meu blog tem ficado às moscas. O que ocorre é que tenho me dedicado à outras tarefas, quem é blogueiro sabe que não é fácil ter sempre um assunto para falar sem que isso seja monótomo e repetitivo, ainda mais na correria do dia a dia.  Eu sinto falta desse espaço, sinto falta do carinho e da companhia que encontrava com as pessoas daqui, de trocar informações e criar uma rede de amigos com pensamentos, embora distintos, embasados. Mas, realmente, está difícil manter um ritmo.  Já percebestes que estamos no final de setembro? Aquele clima (chato) de finais de ano já ameaça a aparecer, com os comerciantes em estado de êxtase e as pessoas com um "quê" de solidariedade fajunto e insuportável. Nunca gostei de finais de anos, é deprimente.  Pra ajudar a complementar esse clima alucinante, em dez dias temos aí o maior evento (ou, pelo menos deveria ser) democrático do paí…

Piano Bar - Engenheiros do Hawaií ou somente um dia de agosto!

Você lembra? eu quis perguntar!  Será que essa ainda seria sua música preferida? Será que ainda conseguiríamos discutir sobre essa, e outras, com tanta propriedade, como se nos pertencesse?  Hoje ainda é agosto, e ainda há flores nos ipês... mas a brisa perdeu seu cheiro e os jardins não tem mais suas cores.
Há tanta coisa que eu teria pra falar... mas não lhe escrevo mais. Tentar não é assim tão fácil... não em um fim de agosto, quando as flores dos ipês exalam seu perfume.  Eu ainda não perdoei a vida por me tirar você, e o tempo não vai apagar as lembranças que te mantem vivo. Mas, porque eu sinto que estou te perdendo... de novo! 

Ink - Coldplay

Fiz uma tatuagem que diz, "Juntos através da vida" Esculpi seu nome com o meu canivete E me pergunto se quando acordar vai ficar tudo bem Parece que há alguma coisa quebrada por dentro
Tudo o que sei, tudo que eu sei É que fico perdido sempre que você vai Tudo o que sei é que eu te amo tanto Tanto que dói
Tenho uma tatuagem e as dores Só queria uma maneira de mantê-la perto Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Tudo o que sei, tudo que eu sei É que eu estou perdido sem você
Tudo o que sei É que eu te amo tanto Tanto que dói
Eu vejo que a estrada começa a subir Vejo que suas estrelas começam a brilhar Eu vejo suas cores e eu estou morrendo de sede
Tudo o que sei é que te amo tanto Tanto que dói Oh yeah, yeah, yeh Tanto que dói

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Big Data - Porque o profissional de TI deve se interessar.

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Lidar com grandes fluxos de informação pode ser um desafio alarmante e, com a crescente atividade na era virtual o fluxo de dados trafegados pela net, no triênio 2012-2015 tende a crescer 296%, e percebemos que isso está realmente ocorrendo. A internet tornou-se a principal fonte de comunicação e informação espalhando bilhões de bits por nanosegundos nos quatro cantos do globo. A questão é como gerenciar, armazenar e tornar toda essa informação disponível? 
Segundo o site da IBM "o Big Data é um termo utilizado para descrever grandes volumes de dados que ganha cada vez mais relevância a medida que a sociedade se depara com o aumento sem precedentes no número de informação geradas a cada dia. As dificuldades em armazenar, analisar e utilizar grandes conjuntos de dados tem sido um considerável gargalo para as companhias." 
Rodrigo Arrigoni, especialista nessa tecnologia, diz, em uma entrevista para a RevistaW, que um dos primeiros exemplos práticos do Big Data é o Projeto Gen…