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Guerra é Guerra

Nada como uma boa comédia para nos fazer divertir e, nesse escopo, eu apresento um grande sucesso que arranca de nós grandes risadas: Guerra é Guerra. Uma comédia romântica dirigida por McG, Joseph McGinty Nichol, estrelado por Reese Witherspoon, Chris Pine e Tom Hardy como vítimas de um triângulo amoroso em que dois agentes da CIA, que são melhores amigos, descobrem que estão namorando a mesma mulher. 


A história se desenvolve depois que Tuck (Tom Hardy) se inscreve em um site de relacionamento e se encontra com a Lauren (Reese Witherspoon). No mesmo dia, FDR (Chris Pine) também a encontra na locadora e, depois de levar um fora, começa a insistir para sair com a moça, até que ela aceita afim de tirá-lo do seu pé. Assim ela inicia um relacionamento com ambos, ficando indecisa sobre qual escolher, enquanto eles usam toda tecnologia da CIA para descobrir como agradá-la. Ao mesmo tempo que precisam prender um bandido perigoso a procura de suas cabeças.

A grande questão é que nada dura em Guerra é Guerra por muito tempo, nem a fantasia. É um filme visivelmente feito para alimentar um fetiche do que a mídia imagina ser a "mulher moderna" - desejosa de altas emoções e ao mesmo tempo antiquada - mas essa suposta modernidade é uma ilusão. Com sua composição que sem dúvida dá corda ao fetiche (Chris Pine e Tom Hardy sangrando suados e sujos assistindo às conversas íntimas das mulheres), Guerra É Guerra em seguida anula essa fantasia ao defender a moral e os bons costumes (ela se martiriza antes de transar com os dois e, desde o começo, já fica claro quem ela escolherá).

Apesar das críticas ao filme não serem muito favoráveis, percebe-se, até mesmo nos comentários, que o público gostou da trama, até porque a história arranca boas risadas e é tratada em um enredo suave e descontraído. O filme faturou cerca de 60 mil dólares no mês de estréia (fevereiro de 2012) só nos Estados Unidos. 

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