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Desespero

Fecho os olhos e já não posso ver
invenções sem formas,
idéias vazias...
Pensamentos vagantes pelo tempo,
sem saber...
É difícil olhar sempre para a mesma direção
e não enxergar o caminho
e a imagem do espelho distorcida em cacos de vidros.
Vozes obstinadas sentimentos confusos
na solidão dos encantos 
nos poemas mal escritos
nas canções inacabadas
sinfonias de desespero que regem a estrada.
Caminho com passos lentos
nos jardins infinitos da dor
e com palavras perdidas
buscando respostas
sem que haja as perguntas coerentes
apenas múrmurios
com o som do vento
e o desespero da minha alma.

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